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Vendas de Natal em shoppings crescem 5,5% em 2018, afirma Alshop

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Há atualmente no País 754 shoppings em funcionamento. Neste ano, foram fechados 19 centros de compras.

As vendas de Natal em shoppings centers brasileiros cresceram 5,5% este ano, dentro da expectativa do mercado, que ia de 4% a 6%. Os dados são de um levantamento da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop) feito com 400 empresas em 30 mil pontos de venda pelo País.

Os segmentos mais procurados nas compras de Natal foram moda feminina (55%), calçados (32%) e perfumes e cosméticos (31%). Na lanterna ficaram os eletrônicos e eletrodomésticos, com 6%. Já os celulares, que costumam ter uma participação maior, abocanharam apenas 12% das vendas.

Descontada a inflação, porém, o crescimento foi menor do que o observado no ano passado. Em termos de faturamento real, a alta foi de 1,5%. Já em 2017, o crescimento nominal foi de 5%; mas, como a inflação foi menor, a alta real nas vendas foi de 2%.

Mesmo crescendo menos em termos reais, a Alshop avalia que o desempenho foi bom diante dos percalços do ano que prejudicaram as vendas, como a greve dos caminhoneiros e as eleições. Assim, diz a associação, o Natal “salvou o ano”. No total, as vendas de shoppings em 2018 cresceram 6%.

Há atualmente no País 754 shoppings em funcionamento. Neste ano, foram fechados 19 centros de compras, a maioria rotativos – o que reflete o enfraquecimento das vendas ao longo do ano.

Fonte: DCI| www.dci.com.br

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Investimento externo bate recorde no ano.

Via: DCI
IDP alcançou US$ 77 bilhões até novembro e deve chegar a US$ 83 bilhões no final de 2018, com impulso de envio de lucros de filiais de empresas brasileiras no exterior.

A seis dias para o final do ano, confirma-se um ingresso de investimento direto no País (IDP) maior do que o que vinha sendo projetado pelo mercado financeiro e governo federal ao longo do ano.

Para 2018, o Banco Central (BC) projeta entrada de IDP em US$ 83 bilhões, valor recorde e maior do que os US$ 72 bilhões projetados em setembro. Essa dinâmica ocorreu mais pelas operações entre as companhias do que pela atração de novos capitais, diferentemente do que se espera para 2019.

Segundo o coordenador do curso de administração do Instituto Mauá Tecnologia (IMT), Ricardo Balistiero, o aumento do IDP em 2019 será marcado pela entrada de novos recursos voltados, principalmente, para projetos de infraestrutura.

Entre janeiro e novembro de 2017 e iguais meses de 2018, houve um aumento de 18,5% no ingresso de IDP, de US$ 65,6 bilhões para US$ 77,7 bilhões. A alta foi puxada pelas operações entre empresas, que passaram de US$ 7,7 bilhões para US$ 25,9 bilhões, com destaque para o envio de lucro de filiais de empresas nacionais obtido exterior para as suas matrizes no Brasil. Do ano passado para cá, essas remessas cresceram 72%, de US$ 18,6 bilhões para US$ 32 bilhões, mostram dados do Banco Central (BC).

Na avaliação de Balistiero, isso ocorreu pela forte disparada do dólar em relação real em meio à turbulência política provocada pelas eleições gerais. “Como no exterior a moeda está mais forte, a conversão em real se torna mais interessante”, comenta Balistiero.

“Diante da fraqueza da economia e do custo alto do crédito foi mais fácil para as empresas tocarem a produção com a reinversão de lucro de filiais no exterior do que captar recursos no mercado de capitais brasileiro”, explica o especialista.

O IDP em participação no capital – que são os recursos novos que chegam para o setor produtivo – caíram 10,3% até novembro, a US$ 51,8 bilhões.

Perspectivas positivas

O perfil do investimento estrangeiro deve mudar no ano que vem. O professor de finanças do Ibmec-RJ, Gilberto Braga, avalia que a agenda econômica liberal do novo governo eleito está em consonância com os anseios dos investidores internacionais.

Nas projeções dele, se medidas fiscais – como a reforma da Previdência Social – forem encaminhadas já no início do mandato, é possível que o IDP alcance US$ 100 bilhões ao final de 2019. O BC projeta ingressos de US$ 90 bilhões para 2019 contra US$ 80 bilhões estimados em setembro.

Para Balistiero, se o governo quiser atrair novos capitais, precisa colocar a pauta econômica acima da agenda conservadora de costumes. “Não pode gastar energia com pautas sem sentido, como o Escola sem Partido, por exemplo”, afirma. Para Balistiero, a expansão do IDP no próximo ano, diferentemente deste, deve ser impulsionada pela atração de novos investidores para projetos de infraestrutura. “A equipe que está sendo montada para a área é muito gabaritada”, reforça Balistiero.

Em nota, o Mitsubishi UFJ Financial Group (MUFJ) destacou que, para dezembro, o BC estima déficit em conta corrente de US$ 1,5 bilhão e IED US$ 7,0 bilhões (o IED em dezembro, até 19 de dezembro, já acumulou US $ 6,1 bilhões).

“Se esses números se confirmarem, então, para todo este ano, os Investimentos Diretos tendem a acumular níveis próximos a US$ 85 bilhões, sendo mais de 6 vezes maior que o déficit em conta corrente (US $ 13,6 bilhões)”, destacou a nota da instituição financeira.

Fonte: DCI| www.dci.com.br

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Baixa adesão de seguradoras limita o crescimento do auto popular no País

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Do total de companhias no mercado, apenas duas já oferecem o produto; As expectativas para a modalidade, porém, é de forte aumento em 2019, com o retorno do consumo e da economia.

(Matéria atualizada para correção de informação. Luiz Fernando Padial disse R$ 500 mil em novas vendas e não 500 mil novas vendas. Segue a íntegra corrigida)

Com baixa adesão por parte das seguradoras, o seguro auto popular tem crescimento limitado e compete com o surgimento de apólices personalizadas no setor. A expectativa, porém, é de que o mercado fique mais aquecido em 2019, com a melhora da economia.

Os últimos dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam que os prêmios diretos da modalidade atingiram R$ 243,9 mil em outubro. O valor é mais do que o dobro ante o observado no mesmo mês de 2017 (R$ 117,7 mil) e corresponde a uma alta de 24,8% ante setembro (R$ 195,3 mil).

De acordo com a sócia e diretora de produtos da Bidu Corretora, Michele Alves, apesar do produto ter um forte apelo para atração dos clientes, a falta de adesão das seguradoras na oferta tem dificultado sua expansão.

Do total de seguradoras existentes no segmento, apenas duas oferecem o produto: a Tokio Marine (com 73% de share do auto popular no mercado) e a Azul Seguros (do grupo Porto Seguro).

“Apesar de o produto ser atrativo por conta do preço menor e do foco em pessoas que normalmente não conseguem um seguro por conta da idade do veículo, o acesso ao auto popular é bastante limitado. Principalmente porque ainda não há nenhum movimento dos outros players de ingressar nessa oferta”, afirma Alvez, da Bidu Corretora. A tentativa da Susep e do mercado em emplacar o auto popular já acontece há quase uma década, por exemplo.

Segundo o gerente de desenvolvimento de produção da Azul Seguros, Marco Lo Russo, porém, a crescente confiança do consumidor, bem como o envelhecimento da frota em um momento de retomada pós-crise devem impulsionar não somente uma demanda maior em 2019, como também pressionar por concorrência.

“Os corretores já começam a vir com mais pedidos desse tipo de seguro porque o cliente continua querendo qualidade, mas demanda um preço menor”, comenta o executivo.

Além disso, o diretor de automóveis da Tokio Marine, Luiz Fernando Padial, complementa que a expectativa da seguradora é de que “2019 seja um ano de completo amadurecimento do produto”.

“Esperamos fechar janeiro com R$ 500 mil em novas vendas, até porque ainda trabalhamos com menos de 20% do universo possível no mercado. Será um ano de consolidação”, diz.

Personalização

Quanto a maior competição que a personalização de produtos tem trazido ao auto popular, os executivos ponderam já estar na “vanguarda” do movimento. “O foco é configurar o seguro de forma que o cliente tenha a melhor proposta com o melhor preço ao seu perfil”, conclui Lo Russo.

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Dólar termina em leve baixa ante real de olho no exterior e com atuação do BC

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Moeda recuou 0,26%, a R$ 3,8945 na venda, depois de marcar a mínima de R$ 3,8777 e a máxima de R$ 3,9303.

O dólar terminou a segunda-feira em baixa e abaixo de 3,90 reais, monitorando a trajetória externa em semana de expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve e em dia de nova atuação do Banco Central no câmbio.

O dólar recuou 0,26 por cento, a 3,8945 reais na venda, depois de marcar a mínima de 3,8777 reais e a máxima de 3,9303 reais. O dólar futuro caía 0,56 por cento.

“Até quarta-feira o mercado vai esperar o Fed”, resumiu o diretor de câmbio da Ourominas, Mauriciano Cavalcante. “Depois, pode haver espaço para o dólar realizar”, acrescentou.

Na quarta-feira, o banco central dos EUA deve elevar a taxa de juros, mas o mercado quer saber o que dirá o comunicado e também o chairman Jerome Powell, depois de recentemente os membros da autoridade monetária terem sinalizado um discurso mais “dovish”, indicando que os juros do país já estariam perto do nível neutro.

Há preocupação com a desaceleração econômica global, sobretudo após a guerra comercial entre Estados Unidos e China, que já impactou os indicadores da segunda maior economia mundial.

Nesta segunda-feira, o presidente Donald Trump voltou a criticar a ação do Fed sobre os juros, defendendo juros mais baixos para apoiar a economia dos EUA de forma mais ampla.

Seu discurso foi reforçado pela fala do assessor de comércio da Casa Branca, Peter Navarro, para quem a taxa não deveria subir porque a economia “está crescendo sem inflação”.

À espera do Fed, o dólar recuava ante a cesta de moedas e operava misto ante divisas emergentes, em queda ante o peso mexicano e alta ante a lira turca.

Em boa parte da sessão, o dólar operou em alta ante o real, com o volume mais baixo ajudando a içar a moeda mesmo com a atuação do Banco Central no mercado cambial.

“O BC colocando linha dá a sensação de que há demanda para o dólar à vista, para saída de recursos. Então o mercado acaba não conseguindo fazer movimento de ajuste para baixo”, avaliou mais cedo o operador da Necton Corretora José Carlos Amado.

O Banco Central fez mais um leilão de linha –venda com compromisso de recompra– nesta segunda-feira, após a moeda norte-americana ter fechado na casa de 3,90 reais na sexta-feira. Vendeu integralmente a oferta de 1 bilhão de dólares.

O fluxo de saída de recursos é comum no final do ano, quando muitas empresas remetem lucros e dividendos ao exterior, e já levou o BC a realizar quatro leilões novos de linha desde o final de novembro–o desta segunda-feira é o quinto –, além de promover a rolagem dos contratos que venciam no início deste mês.

“Não descarto o BC fazer ainda novos leilões. Final do ano continua com perspectiva de saída de recursos”, acrescentou Amado.

O discurso foi corroborado por Cavalcante. “Certamente o BC seguirá atuando se o dólar fechar acima de 3,90 reais”, declarou.

A autoridade realizou nesta sessão mais um leilão para rolagem do vencimento de dezembro de swaps cambiais tradicionais –equivalente à venda futura de dólares –, que totaliza 10,373 bilhões de dólares. Vendeu nesta manha oferta de até 13,83 mil contratos, já rolando 7,607 bilhões de dólares.

Se mantiver essa oferta diária e vendê-la até sexta-feira, terá feito a rolagem integral.

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Ibovespa fecha em queda com apreensão sobre crescimento global

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Índice caiu 0,44%, a 87.449,50 pontos, tendo oscilado da mínima de 87.106,12 pontos à máxima de 88.183,93 pontos.
A apreensão sobre o ritmo de crescimento da economia global contaminou os negócios na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o Ibovespa tendo nova perda semanal antes de uma amplamente monitorada reunião de política monetária do banco central norte-americano na próxima semana.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,44 por cento, a 87.449,50 pontos, tendo oscilado da mínima de 87.106,12 pontos à máxima de 88.183,93 pontos. O giro financeiro do pregão somou 10,8 bilhões de reais.

A queda veio após o Ibovespa subir por três pregões seguidos, período em que acumulou alta de mais de 2 por cento. Com isso, o índice teve queda de 0,76 por cento, ampliando a perda em dezembro para 2,3 por cento.

O pregão foi marcado pelos últimos ajustes para o vencimento dos contratos de opções sobre ações na segunda-feira, o que costuma adicionar volatilidade, já que o exercício tem entre as séries mais líquidas papéis com peso relevante no Ibovespa.

No exterior, Wall St tinha perdas relevantes no fim da tarde, com números chineses mais fracos e dados sinalizando que atividade na Europa continua perdendo, tração reforçando temores de uma desaceleração global mais forte, além dos receios ainda presentes sobre às relações comerciais EUA-China.

Na China, as vendas no varejo cresceram em novembro no ritmo mais lento desde 2003 e a produção industrial aumentou à taxa mais fraca em quase três anos, enquanto a atividade das empresas na zona do euro cresceu em dezembro no menor rimo em mais de quatro anos.

Para a próxima semana, o analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, disse que as negociações comerciais entre Washington e Pequim tendem a continuar no foco das atenções, dado o potencial efeito na economia global.

Ele ressaltou, contudo, que há grande expectativa para a reunião de política monetária do banco central norte-americano, que acontece nos dias 18 e 19, particularmente o comunicado que acompanhará a decisão na quarta-feira, que pode ajudar a calibrar expectativas para os próximos movimentos de juros.

Alguns membros do Federal Reserve, entre eles o próprio chairman, Jerome Powell, adotaram recentemente um tom mais moderado em relação ao aumentos dos juros nos EUA, o que, somado a números abaixo do esperado sobre a economia norte-americana, corroborou apostas de uma redução no ritmo de alta à frente.

 

DESTAQUES

– BRADESCO PN caiu 1,13 por cento e ITAÚ UNIBANCO PN cedeu 0,73 por cento, contaminados pelo viés externo negativo, enquanto SANTANDER BRASIL UNIT subiu 0,55 por cento e BANCO DO BRASIL encerrou praticamente estável.

– PETROBRAS PN perdeu 1,33 por cento, na esteira do recuo dos preços do petróleo no exterior, com o contrato do Brent encerrando em queda de 1,9 por cento.

– B3 caiu 1,26 por cento, ampliando as perdas no mês, após ter atingido recorde intradia no dia 7, a 29,20 reais.

– VIA VAREJO recuou 7,45 por cento, maior queda do Ibovespa, enquanto MAGAZINE LUIZA subiu 1,85 por cento, em sessão com evento com investidores, além do anúncio de que comprou a startup Softbox, especializada em soluções para vendas digitais a consumidor final.

 

– GOL PN avançou 7,5 por cento, após decisão do governo de retirar o limite para a participação estrangeira em aéreas no Brasil, em meio a expectativas de eventual aquisição da companhia, que já tem a norte-americana Delta como acionista.

 

– BRF subiu 1,4 por cento, engatando o terceiro dia no azul, tendo de pano de fundo comentários do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, de que a qualquer momento a China pode permitir exportações de mais unidades brasileiras de carne suína e de frango.

– VALE valorizou-se 0,55 por cento, mas ainda contabiliza perda de 3,6 por cento em dezembro.

– CIELO fechou em alta de 1,94 por cento, tendo de pano de fundo comentários do presidente-executivo do Bradesco, Octávio de Lazari, descartando planos de fechar o capital da maior empresa de meios de pagamentos do país, empresa que controla em sociedade com o Banco do Brasil.

 

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Alimentação fora do lar fecha 2018 faturando 3,5% mais

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O setor de alimentação fora do lar deve fechar 2018 com alta de 3,5% no faturamento. Apesar de abaixo das projeções iniciais para o ano (5%), o resultado pode ser interpretado como um respiro para o segmento após constantes quedas desde 2015.

As informações são de balanço feito pela Associação Nacional de Restaurantes (ANR). Para o próximo ano, a entidade projeta que o setor alcance um crescimento da ordem de 5%, impulsionado por uma aguardada melhoria no ambiente econômico e com a expectativa da aprovação da agenda de reformas pelo Congresso – especialmente no que tange a Previdência.

“Bares e restaurantes cresceram muito até 2014, quando houve uma queda bastante significativa para o segmento. Estamos em um período de fazer o caminho de volta”, argumentou o presidente da ANR, Cristiano Melles.

Mesmo com o PIB positivo do País registrado nos últimos trimestres, o segmento afirma ter atravessado momentos de dificuldade ao longo de 2018; no mês de maio, a paralisação realizada pelos caminhoneiros impactou negativamente a alimentação fora do lar.

“Muitos estabelecimentos ficaram sem itens essenciais para a manutenção das atividades e alguns até tiveram que fechar as portas por alguns dias, o que derrubou o faturamento”, analisou o dirigente.

Apesar de cautelosos, em 2018 muitos estabelecimentos foram na contramão de outras áreas do país. A maioria dos empresários apostou em novas contratações, na ampliação das lojas, na aquisição de novos equipamentos e até em novas aberturas.

“Claro que há casos diferenciados entre nossos associados, uma vez que reunimos redes, independentes e franquias, com realidades diferentes. Mas esse movimento positivo e otimista foi generalizado e deve ser ainda melhor a partir de janeiro”, afirmou Cristiano Melles.

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GPA aumenta aportes visando ‘salto’ em 2020

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Companhia prevê incremento de até R$ 200 milhões no investimento anual, mas acredita que 2019 será período de preparação para crescimento mais consistente a partir do ano seguinte.
A intenção do Grupo GPA de aumentar os investimentos em até R$ 200 milhões em 2019 (totalizando cerca de R$ 1,8 bilhão) indica um otimismo com a recuperação do consumo no ano que vem. Ainda assim, é apenas para 2020 que a empresa projeta um “grande crescimento.”
“O ano que vem será importante e bem mais positivo que 2018 – tanto que vamos aumentar os investimentos. Mas tendo uma retomada na economia na direção que esperamos, o grande crescimento será em 2020”, afirmou o CEO do Grupo GPA, Peter Estermann, durante evento para imprensa realizado ontem em São Paulo.

Na ocasião, Estermann afirmou que o aporte no ano que vem retornará ao “patamar dos nossos melhores períodos”, ultrapassando o R$ 1,6 bilhão que deve ser consolidado ao fim de 2018 e o capex médio de R$ 1,4 bilhão nos últimos quatro anos.

Os principais focos do recurso devem ser os segmentos premium e de atacarejo. No caso deste, o GPA sinalizou que pretende abrir de 15 a 20 novas unidades da marca Assaí por ano até 2021.

Para Estermann, ainda que a migração do consumidor para o atacarejo seja efeito da crise econômica, segue existindo espaço para a consolidação do modelo no País. Por outro lado, a estratégia de conversão dos hipermercados da rede em unidades do Assaí está praticamente encerrado; no último um ano e meio, 19 lojas passaram por tal processo.

No segmento premium, o Grupo GPA vê espaço para pelo menos 100 novas lojas do Pão de Açúcar ao longo dos próximos anos; os primeiros passos serão dados em 2019 a partir da abertura de cinco a dez novas unidades da marca. Além disso, será mantido um ritmo forte de adequação das lojas existentes para um novo conceito (chamado de geração 7). Já no formato Minuto Pão de Açúcar, 10 novas lojas estão previstas para ano que vem.

No caso da conversão dos supermercados da rede para as bandeiras Mercado Extra e Compre Bem, a expectativa é encerrar 2019 com cerca de 100 pontos de venda já adaptados. Ao longo de 2018, o GPA converteu 36 lojas para as duas marcas, em uma estratégia para reter consumidores das classes C e D.

Não está nos planos da companhia a abertura de novas unidades de hipermercados em 2019, bem como a inauguração de unidades de minimercados da marca Extra. “Queremos ser assertivos e estamos pegando a confiança necessária para [expandir os minimercados] em 2020”, indicou o CEO.

No caso dos hipermercados, porém, há a previsão de 30 lojas ganhando atribuições de hub logístico no ano que vem. Dessa forma, as 70 lojas do grupo já inseridas na estratégia de entrega ao consumidor e suprimento de lojas próximas devem se tornar 140.

Marca própria

Outra sinalização do grupo foi o desejo de encerrar 2020 com os produtos de marca própria representando 20% do valor faturado pelo GPA.

Em 2018, a representatividade dessa categoria correspondeu a 10%, além de cerca de 13% do volume de produtos comercializados. A importância da marca própria no tíquete médio também cresceu, passando de 18% em 2017 para 23,4% neste ano.

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Varejista de material de construção já fala em recontratação e investimento

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Confiança na melhora da economia nos próximos meses é principal razão para o otimismo dos lojistas; no curto prazo, pequenas reformas em casa devem ajudar o setor a fechar 2018 no azul.

Otimistas em relação ao clima de recuperação econômica do País, o comércio de material de construção apresentou crescimento de 5% em novembro ante o mês anterior. Para 2019, os varejistas já preveem investimento nos negócios como treinamentos e contratação de funcionários.

Os dados, que fazem parte do balanço mensal realizado pela Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), também apontam que no acumulado do ano o setor registrou incremento em torno de 6,5% em relação ao mesmo período de 2017.

Para o presidente da entidade, Cláudio Conz, a expectativa de investimento do futuro governo em obras de infraestrutura pública deve estimular o movimento positivo do segmento em 2019. “O otimismo do setor com relação ao governo nos próximos 12 meses atingiu 84%, maior patamar desde janeiro de 2013”, argumentou Conz, destacando a esperança de que os aportes públicos sejam destinados “para a construção de escolas, hospitais e novos presídios.”

De acordo com o levantamento realizado pela entidade, para 2019, cerca de 45% dos lojistas tem previsão de melhorar o preparo de seus funcionários em relação ao atendimento com o consumidor. Além disso, 16% têm a intenção de aumentar o quadro de empregados.

Na mesma linha traçada por Conz, o presidente do conselho diretivo da Anamaco, Marcos Atchabahian, afirmou que a soma entre a retomada da economia, o hábito do brasileiro reformar a casa no segundo semestre e a liberação do 13º salário contribuíram para o crescimento nas vendas.

“Historicamente, o segundo semestre tem maior demanda do que o primeiro. Isso acontece porque os consumidores concentram partes de seus gastos para reformar suas casas, como por exemplo com pinturas e instalando novos lustres para as festas de final de ano”, afirmou Atchabahian.

Ainda de acordo com o dirigente, a recessão econômica fez com que o brasileiro destinasse o salário para o pagamento de contas e dúvidas, com uma renda mais apertada. A partir de agora, segundo ele, a intenção de consumo deve ser reaquecida. “Houve uma demanda reprimida nos últimos anos. Devemos verificar essa tendência acontecer. Dessa forma, o comércio passa a ser movido em parte por um otimismo e confiança”, diz.

Segundo o balanço da entidade, a categoria de revestimentos cerâmicos apresentou crescimento de 12% nas vendas ante o mês anterior. Logo em seguida aparecem itens como tintas (7%) e telhas de fibrocimento (3%) na mesma base de comparação.

Partilhando de visão similar a de Atchabahian sobre reaquecimento do mercado, o sócio-diretor da GS&Consult, Alexandre Van Beeck, lembrou que os anos de crise econômica resultaram numa concentração maior de gastos em reformas pontuais nas casas em detrimento da renda apertada.

“Até o momento, os consumidores estavam segurando as despesas. Quando entra uma renda extra [13º], as pessoas se permitem outros tipos de gastos. Esse movimento, coincidiu com fatores de mercado, que apontaram para uma melhora na confiança do consumidor e no empresariado do Brasil”, argumentou Beeck, destacando que uma possível estabilidade do dólar apenas será benéfica para o setor caso as devidas reformas e políticas internas forem implementadas com êxito.

Avanço por região

Ainda de acordo com o levantamento da Anamaco, quase todas as regiões do País apresentaram desempenho positivo no período analisado, com destaque para o Sul (9%), Nordeste (8%), Norte (5%) e Sudeste (4%). Apenas o Centro-Oeste teve retração (-10%).

“A Região Centro-Oeste tem maior concentração do setor do agronegócio; já o desempenho no Nordeste – que depende muito de investimento público – estará ligado ao planejamento estabelecido pelo Governo Federal. Por fim, as Regiões Sul e Sudeste costumam apresentar boas evoluções”, argumentou Atchabahian. Sem traçar projeções exatas sobre o primeiro semestre de 2019, ele afirma que os avanços dessas áreas no País devem se manter.

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Crédito imobiliário cresce 53,3% e totaliza R$ 5,66 bi em outubro, diz Abecip

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No acumulado do ano, foram financiados R$ 46,5 bi, alta de 27,9% em relação a igual período de 2017

Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis no País atingiram R$ 5,66 bilhões em outubro, montante que representa alta de 15,2% em relação a setembro e crescimento de 53,3% em comparação com outubro do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 29, pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e consideram apenas os empréstimos com recursos bancários que tiveram origem nas cadernetas de poupança.

No acumulado do ano até outubro, foram financiados R$ 46,5 bilhões, montante 27,9% superior ao observado em igual período de 2017.

Já nos 12 meses compreendidos entre novembro de 2017 e outubro de 2018, foram aplicados R$ 53,3 bilhões, elevação de 16,6% em relação ao apurado nos 12 meses precedentes.

Unidades

O volume de crédito concedido em outubro foi suficiente para financiar a compra e a construção de 23,1 mil imóveis, resultado 11,5% maior que o de setembro e 46,3% superior ao de outubro do ano passado.

Entre janeiro e outubro de 2018, foram financiados 185,2 mil imóveis, alta de 25,5% em relação a igual período de 2017, quando 147,6 mil unidades foram objeto de financiamento bancário.

Nos últimos 12 meses, até outubro, o financiamento imobiliário viabilizou 213,2 mil imóveis, crescimento de 16,4% comparativamente aos 12 meses precedentes.

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Arrecadação federal sobe 4,12% em outubro com alta em impostos recolhidos de empresas

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Resultado é o melhor para o mês desde 2016; no acumulado do ano, crescimento real é de 5,98%
A arrecadação do governo federal teve alta real de 4,12 por cento em outubro na comparação com igual mês de 2017, a 131,880 bilhões de reais, ajudada pelo impulso com tributos recolhidos das empresas em função de melhor resultado das companhias, afirmou a Receita Federal nesta terça-feira. O dado veio melhor que a expectativa de 127 bilhões de reais apontada por analistas em pesquisa da Reuters, e representou o melhor dado para o mês desde 2016.

Do lado positivo, o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ)/Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) teve alta de 17,01 por cento sobre outubro do ano passado, num ganho de 3,574 bilhões de reais para a Receita.

Em apresentação, o órgão destacou que isso também deveu-se à redução dos valores compensados contra a estimativa mensal.

Contribuíram ainda para o resultado do mês o avanço de 22,43 por cento com Imposto de Importação/IPI-Vinculado, equivalente a um acréscimo de 1,055 bilhão de reais, e o avanço de 38,54 por cento no Imposto de Renda Retido na Fonte-Rendimentos de Residentes no Exterior (+778 milhões de reais).

Em contrapartida, as demais receitas administradas tiveram recuo de 7,43 por cento (-3,808 bilhões de reais), influenciadas pelo recuo em programas especiais de parcelamento. O mês de outubro de 2017 foi marcado pelo ingresso de parte da entrada obrigatória do Refis, afetando negativamente a base de comparação para este ano.

No acumulado dos 10 primeiros meses de 2018, o crescimento real da arrecadação foi de 5,98 por cento, a 1,196 trilhão de reais, informou a Receita.

Olhando apenas para as receitas administradas — que excluem os vultosos ganhos que vêm sendo observados com royalties do petróleo — a expansão da arrecadação de janeiro a outubro, já descontada a inflação, foi de 4,49 por cento.

Daqui para frente, a expectativa é que haja desaceleração nesse desempenho. Segundo o coordenador de Previsão e Análise da Receita Federal, Marcelo Loures, a previsão é que o crescimento das receitas administradas seja de 3,22 por cento em 2018, número que foi revisado para baixo ante projeção anterior de 3,45 por cento.

Em seu último relatório bimestral de receitas e despesas, divulgado na semana passada, o governo revisou para baixo as receitas previstas para 2018, afetadas, entre outros fatores, por uma queda de 1,423 bilhão de reais na arrecadação calculada para o ano, impactada por menor recolhimento de Imposto de Importação e IPI.

No documento, a equipe econômica também reduziu a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) a 1,4 por cento este ano, sobre 1,6 por cento antes.

Em coletiva de imprensa, Loures afirmou que as contas mais modestas para a arrecadação levaram em conta a piora na estimativa para o PIB, além de mudanças nas perspectivas para o dólar frente ao real.

“Num momento em que a gente tem uma taxa de câmbio menor, o valor em reais das importações cai”, disse.

Mesmo com o PIB mais fraco, o governo tem afirmado que irá cumprir a meta de déficit primário de 159 bilhões de reais para o governo central, quinto resultado consecutivo no vermelho do país.

Fonte: DCI |www.dci.com.br

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