Locação de mão de obra – Retenções Tributárias – Obrigatoriedade

Via Guia Tributário

Os pagamentos efetuados pelas pessoas jurídicas de direito privado a outras pessoas jurídicas de direito privado, pela prestação de serviços de limpeza, conservação, manutenção, segurança, vigilância, transporte de valores e locação de mão-de-obra, pela prestação de serviços de assessoria creditícia, mercadológica, gestão de crédito, seleção e riscos, administração de contas a pagar e a receber, bem como pela remuneração de serviços profissionais, estão sujeitos à retenção na fonte da Cofins e do PIS da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

Portanto, na locação de mão de obra, há exigência das respectivas retenções.

As retenções aludidas serão efetuadas sem prejuízo da retenção do imposto de renda na fonte das pessoas jurídicas sujeitas a alíquotas específicas previstas na legislação do imposto de renda.

Estão obrigadas a efetuar o desconto das contribuições sociais as pessoas jurídicas de direito privado (tomadora do serviço) que efetuarem pagamentos a outras pessoas jurídicas de direito privado (prestadora do serviço), ou seja, a obrigação de descontar e recolher é da tomadora do serviço (artigo 30 da Lei 10.833/2003).

Recomenda-se uma auditoria interna periódica, para avaliar se o departamento financeiro está cumprindo as retenções legais exigidas.

Características da Locação de Mão-de-Obra

A condição principal para que ocorra a realização dessa modalidade de transação é a obrigação assumida pela locadora de contratar empregados, trabalhadores avulsos ou autônomos sob sua exclusiva responsabilidade do ponto de vista jurídico.

Apesar do vínculo empregatício ou de prestação de serviços pelos trabalhadores ser restrito à locadora, os trabalhadores empregados ou contratados ficam à disposição da tomadora dos serviços (ou locatária), que detém o comando determinando as tarefas, fiscalizando a execução dos trabalhos, enfim, controlando o andamento dos serviços desempenhados pelos empregados ou contratados da locadora colocados à sua disposição.

Dispensas

Não estão obrigadas a efetuar a retenção a que se refere o caput as pessoas jurídicas optantes pelo SIMPLES.

Fica dispensada a retenção de valor igual ou inferior a R$ 10,00 (dez reais), exceto na hipótese de Documento de Arrecadação de Receitas Federais – DARF eletrônico efetuado por meio do Siafi.

Bases: art. 30 e 31 da Lei 10.833/2003, IN SRF 459/2004 e Solução de Consulta Disit/SRRF 4.033/2016.

Fonte: Guia Tributário | www.guiatributario.net
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Haverá suspensão do registro no CPF para quem tiver o título de eleitor suspenso

Via Noticias Fiscais

Receita Federal orienta contribuintes sobre a forma de regularizar o CPF para quem não votou ou justificou nas eleições 2016

Tendo em vista o encerramento das eleições 2016, há eleitores obrigados a votar e que não votaram ou justificaram.

Para esses casos, a Justiça Eleitoral procede ao cancelamento do título de eleitor e como hoje existe uma integração com o banco de dados da Receita Federal, os CPF das pessoas nessa situação também são suspensos. Dessa forma, é importante que o cidadão nessa situação de não ter votado ou justificado faça o quanto antes a regularização do título de eleitor para que não tenha o CPF suspenso.

Caso haja a suspensão do CPF, o contribuinte deve primeiro realizar a regularização do Título de Eleitor e depois fazer a regularização do CPF em qualquer um dos órgãos conveniados (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal ou Correios).

Fonte: Noticias Fiscais | www.noticiasfiscais.com.br
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Receita Federal abre consulta pública sobre Declaração País-a-País

Via CRC-SP

Já está disponível para consulta pública minuta de instrução normativa (IN) que dispõe sobre a Declaração País-a-País.

O Projeto BEPS, sigla em inglês para Base Erosion and Profit Shifting (Erosão da Base Tributável e Transferência de Lucros), foi coordenado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com o principal objetivo de estudar medidas de combate à evasão e à elisão fiscal por meio da transferência artificial de lucros para países com baixa tributação.

A Declaração País-a-País é um dos compromissos assumidos pelo Brasil no Projeto BEPS. Consiste num relatório anual por meio do qual esses grupos deverão fornecer à administração tributária da jurisdição de residência de seu controlador final diversas informações e indicadores relacionados à localização de suas atividades, à alocação global de renda e aos impostos pagos e devidos. A declaração também deverá identificar as jurisdições nas quais os grupos multinacionais operam, bem como todas as entidades integrantes do grupo localizadas nessas jurisdições, incluindo estabelecimentos permanentes, e as atividades econômicas que desempenham.

As sugestões poderão ser encaminhadas até o dia 21 de novembro por meio da seção “Consultas Públicas e Editoriais” do sítio da Receita Federal na Internet.

Fonte: CRC-SP | www.online.crcsp.org.br
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Uma tragédia tributária – como o Simples ficou Complicado

Via Contadores

Depois de muitas modificações, idas, vindas e voltas, na última sexta-feira foi publicada a lei complementar que muda as regras do sistema tributário chamado Simples Nacional.Foram meses de expectativa para essas mudanças, e o resultado foi “simplesmente”… decepcionante.

Já se passaram 10 anos desde o Simples foi criado e, como acontece com muitos assuntos que ficam defasados, o resultado de todo esse trabalho de nossos representantes legislativos ficou abaixo da expectativa. Fica aquela impressão de que a classe política desperdiçou mais uma oportunidade de fazer um bom trabalho. Ou pior: atirou fogo amigo.

Tudo começou com a melhor das intenções na Lei Complementar 123 de 2006, que instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, e era louvável: simplificar a vida dos micro e pequenos empreendedores, através da unificação de tributos municipais, estaduais e federais, incluir mais contribuintes no sistema e combater a sonegação.

Mas as atuais mudanças – ou atualizações, como alguns especialistas estão chamando – não apenas ficaram longe das demandas dos empreendedores, como embutiram algumas “surpresas” desagradáveis.

Novo limite a partir de 2018

Fazendo um breve histórico, quando começou o Simples em 2006 o faturamento bruto máximo para a empresa ser enquadrada no regime tributário era 2,4 milhões. Em 2012 houve uma atualização nos valores e passaram a 3,6 milhões, vigentes hoje. E a partir de 2018 – na nova lei – o limite de faturamento bruto será de 4,8 milhões por ano.

O problema: numa conta simples, os aumentos do limite de faturamento mal cobrem a inflação acumulada nestes anos. Ou seja, não houve aumento real do limite, houve perda, quando descontada a inflação. Então, se por acaso a empresa está prosperando, e consegue faturar mais do que o limite, vai perder o Simples e tem que optar por outros regimes tributários que são mais caros e complicados. Muitas empresas optam por não crescer ou – o pior do pior para o país – sonegar.

Não foi por falta de aviso da sociedade e dos pequenos empreendedores: em 2015 foi entregue o documento do Brasil + Empreendedor aos governantes, sugerindo a evolução gradual tributária até 30 milhões, estimulando a evolução dos micro e pequenos empreendedores para serem médias empresas. Pelo visto, ninguém lá em Brasília deu importância a esse documento.

Novo sistema de cálculo

Hoje, para saber a alíquota de tributos, é fácil. Basta googlear e conferir a tabela de faturamento acumulado no ano e o percentual de contribuição. Na medida que a empresa fatura mais, a tributação também vai aumentando de forma gradual. Já na versão de 2018, voltam os cálculos complicados, com alíquotas de aumento ou desconto variáveis de acordo com o faturamento do ano anterior.

O problema: era pra ser “simples” mas agora tem que ficar com uma calculadora na mão todo mês. O contador, já sobrecarregado, vai precisar dedicar mais tempo a fazer contas, em vez de cuidar de assuntos próprios da profissão, como inventários e balancetes, que demonstram a saúde financeira da empresa. Nossos políticos poderiam de fato ter pensado em fazer vale o nome “simples”.

Tributos

Na tabela atual do Simples Nacional, a tributação na faixa máxima, de R$ 3,6 milhões, é de 11,61%. Na nova tabela, que entra em vigor em 2018, a empresa que estiver na faixa de faturamento máximo, de R$ 4,8 milhões, vai ter que tributar em 19%. Sim, de-ze-nove porcento.

O problema: considerando o que falamos acima, de que os aumentos dos limites já estão defasados com a inflação, somado ao aumento de impostos de 11,61 a 19% eu realmente não entendo como qualquer negócio será sustentável sem fazer uma das 3 coisas:

1. Aumentar os preços e repassar tudo ao contribuinte
2. Sonegar
3. Fechar as portas

Fonte: Contadores | www.contadores.cnt.br
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beneficio-outubro

Previdência deposita benefícios da folha de outubro a partir desta terça (25)

Via Contábeis

O pagamento começa com os segurados que recebem até um salario mínimo e possuem cartão com final 1, desconsiderando-se o dígito.

Os segurados que ganham acima do piso terão seus benefícios depositados a partir do dia 1º de novembro. O pagamento para aqueles que recebem acima do mínimo começa com o depósito para os segurados que possuem cartão com final 1 e 6, desconsiderando-se o dígito. No dia 2 de novembro, o calendário será interrompido devido ao feriado pelo dia de Finados. Os pagamentos serão retomados a partir do dia 3, para os segurados que possuem cartão com final 2 e 7, desconsiderando-se o dígito.

O calendário de pagamentos da folha de outubro segue até o dia 8 de novembro. Para acessar o calendário consulte a página da Previdência (www.previdencia.gov.br).

Fonte: Contábeis | www.contabeis.com.br
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contabilidade

Calendário fiscal sobrecarrega contadores e empresários

Via SESCAPPR

Os escritórios de contabilidade enfrentam uma rotina intensa para cumprir prazos.

Embora a Receita tenha prometido extinguir algumas obrigações acessórias depois do advento do Sped, empresários permanecem sobrecarregados com a burocracia

Os escritórios de contabilidade enfrentam uma rotina intensa para cumprir prazos de entrega de declarações ao fisco.

Embora a Receita Federal tenha prometido extinguir algumas obrigações acessórias depois do advento do Sistema Público de Escrituração Fiscal (Sped), as empresas contábeis permanecem sobrecarregadas com a burocracia.

No calendário reservado ao fisco, são poucos os dias sem uma declaração a ser enviada pelos departamentos fiscal, contábil ou de pessoal.

Uma das reclamações recorrentes diz respeito ao grau de detalhamento e complexidade das novas exigências, que migraram do papel para os meios eletrônicos.

É o caso, por exemplo, do Bloco K, um dos módulos do Sped que pede informações minuciosas da indústria sobre os estoques e deve ser entregue a partir de janeiro do próximo ano, depois de vários adiamentos e reclamações de contribuintes incluídos na lista de obrigatoriedade.

A pedido do Diário do Comércio, a King Contabilidade fez um levantamento dos prazos de entrega das principais obrigações acessórias exigidas pelo fisco ao longo do ano.

Em muitos casos, as exigências mensais coincidem com as datas de entrega de obrigações anuais, gerando uma avalanche de pedidos de adiamentos de entidades ligadas ao setor.

No final deste mês, por exemplo, vence o prazo de entrega da DOI (Declaração sobre Operações Imobiliárias).

contabilidade

Na opinião da consultora tributária da King, Elvira de Carvalho, atualmente, a EFD-ICMS/IPI e a EFD-Contribuições têm demandado o maior tempo dos escritórios de contabilidade.

“Em São Paulo, o prazo de entrega destas declarações vence no dia 20 de cada mês, próximo ao período de entrega da GIA-ICMS, uma exigência do governo estadual, cuja transmissão aos sistemas do fisco é feita entre os dias 16 e 20”, explica a consultora.

Pelo levantamento, há uma concentração de vencimentos entre os dias 12 e 20 de cada mês. Até o décimo quinto dia útil, por exemplo, é preciso entregar a DCTF, exigida das empresas do lucro real e presumido.

Em paralelo, as atenções estão voltadas para a GIA e o bloco P, exigido das empresas enquadradas na desoneração da Folha de Salários, cujas entregas são feitas no dia 20.

Ainda neste dia, os profissionais da contabilidade precisam estar preparados para a apuração da DAS (Documento de Arrecadação Simplificada), das empresas do Simples Nacional.

OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS: CARGA PESADA

De acordo com o diretor da Orcose Contabilidade, Julio Linuesa Perez, a redução do número de obrigações acessórias ocorre gradualmente desde que o Sped foi acionado, mas ainda está longe do ideal.

O que mais impacta o trabalho dos escritórios atualmente é a quantidade de informações exigidas e o grau de complexidade, que aumentam de forma acentuada.

“O fisco tem exigido, cada vez mais, dados detalhados das operações. Antes da entrada do Sped, as informações fiscais eram prestadas com base no valor total da operação. Agora, são exigidas informações detalhadas, por item de produtos e mercadorias”, explica o contador.

A partir de janeiro de 2018, é possível que sejam revogadas algumas obrigações acessórias preparadas pelo departamento pessoal.

Isso porque está previsto para entrar em operação, depois de mais de dez prorrogações, o eSocial, (Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial), que vai unificar todas as informações trabalhistas, previdenciárias e tributárias relativas aos trabalhadores.

Para o contador, além da complexidade dos dados exigidos pelo fisco e dos prazos apertados, outro empecilho é a repetição de informações enviadas.

No Estado de São Paulo, por exemplo, diversas informações prestadas na GIA (Guia de Informação e Apuração do ICMS) são exigidas também na EFD – ICMS/IPI (Escrituração Fiscal Digital do ICMS e do IPI).

“O profissional da contabilidade tem cada vez mais atuado como agente intermediário do governo, pois cabe a ele coletar as informações das operações realizadas pelos seus clientes, convertê-las em arquivos digitais de acordo com os layouts definidos pelo fisco e repassar às administrações tributárias, o que compromete os trabalhos de consultoria contábil que tais profissionais poderiam prestar às empresas na gestão de seus negócios”, afirma.

Para o contador, mesmo com a utilização de sistemas integrados, a excessiva quantidade de obrigações acessórias, somada ao emaranhado de normas tributárias, tem onerado os custos das empresas contábeis.

Fonte: SESCAPPR | www.sescap-pr.org.br
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10 erros contábeis comuns que os empresários cometem

Via Jornal Contábil

Como empresário, é importante se envolver em todos os aspectos do seu negócio. Isso não significa, no entanto, que você é especialista em tudo. Empresários podem lidar bem com questões estratégicas e as relações com cliente, mas muitos enfrentam mais dificuldades quando o assunto é contabilidade.

O maior problema é que erros financeiros podem prejudicar o crescimento, afetar negativamente os resultados, emperrar o fluxo de caixa, atrair desnecessariamente a atenção da autoridade fiscal ou prejudicar a reputação com fornecedores, clientes e funcionários.

Para evitar essas situações, confira a seguir 10 erros contábeis que os empresários com frequência cometem e por que esses erros — intencionais ou não — podem ser tão prejudiciais.

1 – Acumular lançamentos e conciliações

Definitivamente, o tempo não está do lado dos pequenos empresários, especialmente quando, muitas vezes, é necessário apagar incêndios todos os dias. Sem que você perceba, os meses passam e não é feito nenhum lançamento nos livros contábeis nem conciliações de extratos da conta corrente, demonstrativos do cartão de crédito, contas de imposto sobre vendas ou outros tipos de contas financeiras. Isso significa que os relatórios e demonstrativos financeiros não refletem a realidade atual. E, sem informações atualizadas, é difícil tomar decisões de negócios.

Por exemplo, despesas podem resultar em um saldo negativo ou uma rentabilidade reduzida se faturas não pagas passarem despercebidas. Não inserir os dados financeiros também pode resultar em problemas com fornecedores (por exemplo, o não pagamento de faturas), levando a dificuldades na aquisição de materiais ou até mesmo uma classificação ruim de crédito para a empresa.

2 – Ter dificuldades para dominar o software financeiro

Na pressa de organizar a empresa, alguns empresários não dedicam um tempo para aprender adequadamente o software financeiro escolhido. Ao não saber o que o software financeiro oferece, você pode facilmente cometer um erro ou não usar alguns recursos úteis. Um software configurado incorretamente também pode levar à não utilização de recursos de geração de relatórios e a informações incompletas, o que resulta em decisões de negócios ruins.

3 – Não ver os relatórios como ferramentas

A contabilidade não é apenas uma ferramenta para inserir dados financeiros com o objetivo de atender aos regulamentos fiscais nos níveis estadual e federal ou para saber quanto dinheiro há no banco. Trata-se de um mecanismo poderoso que fornece respostas a perguntas sobre até que ponto as decisões estratégicas do empresário estão ou não gerando resultados.

Por isso, é um grande erro não usar os inúmeros relatórios comerciais que podem ser criados a partir dos dados financeiros, incluindo relatórios de contas a pagar e a receber por vencimento e sobre a rentabilidade da empresa. Esses relatórios podem mostrar onde estão os problemas e identificar o que os clientes não estão pagando para, assim, poder manter o fluxo de caixa. Sem esses relatórios por vencimento, o empresário não sabe quem está com pagamentos atrasados e pode perder clientes insatisfeitos com a qualidade.

4 – Misturar as finanças empresariais e pessoais

Um dos erros contábeis mais comuns que os empresários cometem é misturar as finanças empresariais e pessoais. Mantenha ambas claramente separadas para dispor de um histórico mais preciso sobre o que realmente é usado para a empresa e o que é gasto somente para fins pessoais.

Por exemplo, embora a Receita Federal possa entender que um determinado número de refeições ao longo de um mês teve fins comerciais, entradas de um show ou jogos no cartão de crédito claramente não têm relação com os negócios. A empresa também poderá ser afetada se o dinheiro estiver sendo gasto na vida pessoal do proprietário em vez de reinvestido para desenvolver a empresa.

Portanto, é melhor manter contas separadas para enxergar a empresa, mental e fisicamente, como uma entidade à parte, não como um caixa eletrônico. Em longo prazo, isso ajudará a empresa a crescer e também gerará uma receita significativa para o empresário.

5 – Jogar fora recibos

Documentos em papel ainda são importantes, embora também possam ser digitalizados. No entanto, os recibos devem ser guardados, pois ajudam a esclarecer erros ou diferenças na contabilidade e, em muitos casos, oferecem mais oportunidades de dedução na hora de declarar os impostos.

Mais do que isso, se a Receita Federal exigir, os recibos servem como prova e validam os números nos demonstrativos financeiros. Sem os recibos, a Receita Federal pode considerar as entradas como deduções inválidas, o que pode resultar em alterações nos valores de impostos e na aplicação de multas.

6 – Erros nos cálculos

Após um longo dia de trabalho, atualizar os livros contábeis de maneira apressada pode facilmente gerar erros de cálculo, mesmo com o auxílio de soluções financeiras automáticas. Erros de cálculo também podem ter origem em lançamentos feitos na conta errada ou até em erros de digitação.

Combinar isso com o erro contábil nº 1 desta lista pode ser a receita para desastres financeiros, pois os erros de cálculo podem passar despercebidos por meses se a precisão dos dados não for regularmente verificada. De repente, um erro de cálculo resulta em um emaranhado de erros contábeis, levando a problemas maiores.

7 – Concentrar-se somente no curto prazo

Diante dos problemas diários de administrar uma empresa, é fácil se concentrar no curto prazo e se esquecer completamente do futuro. No entanto, a contabilidade não se resume a manter o controle dos números do presente. Ela também permite prever o crescimento no futuro e identificar riscos financeiros decorrentes de decisões financeiras ou resultados atuais.

Além da necessidade de projetar o futuro, é necessário levar em consideração muitas questões, entre elas, problemas contábeis em longo prazo e oportunidades de crescimento da empresa. Preste atenção também às questões operacionais relacionadas, como a necessidade de ampliar a equipe de contabilidade para lidar com a expansão da empresa. Por exemplo, um empresário pode fundar uma nova subsidiária que fabrica produtos diferentes ou adicionar locais em outros países.

8 – Contratar a pessoa errada

Seja um membro da família, um auxiliar de escritório temporário sem experiência ou até mesmo o dono de empresa que atribui a contabilidade a si mesmo, a pessoa errada pode gerar problemas financeiros que vão além da tomada de decisões sem embasamento. Na verdade, tentar economizar ou ajudar um ente querido pode levar a auditorias ou multas. Contratar a pessoa errada pode criar problemas que assombrarão sua empresa por muitos anos.

Isso pode ocorrer se a pessoa contratada não souber como classificar as despesas corretamente ou como criar lançamentos contábeis precisos. Ela pode não conhecer a legislação fiscal, como o que pode ser incluído na contabilidade de uma empresa e o que deve ser lançado à parte. Ela também pode não estar familiarizada com o processo de faturamento ou a taxa de câmbio ao contabilizar negócios feitos em outros países.

O profissional de contabilidade certo pode ajudar um empresário a evitar erros prejudiciais à empresa. Esses erros inesperados podem incluir o tipo de regime contábil usado (por exemplo, de caixa ou competência), bem como equívocos relacionados à interpretação de fatos sobre ativos, estimativas tendenciosas com conclusões irreais sobre ativos específicos e lançamentos incorretos de despesas.

9 – Acreditar que a tecnologia sempre é a solução

Investir em tecnologia não garante que os erros contábeis serão evitados. Afinal de contas, é necessário que a tecnologia seja usada corretamente. Além disso, nem toda tecnologia foi criada da mesma maneira ou é relevante para determinadas empresas.

Por exemplo, um pequeno empresário não precisa investir em sistemas financeiros caros. Provavelmente, é possível usar um sistema que funcione bem, ofereça demonstrativos financeiros mais simples e permita o dimensionamento de acordo com o crescimento da empresa. Portanto, é importante escolher a tecnologia adequada às necessidades e aplicações específicas da empresa. É nesse ponto que um bom planejamento, um pensamento estratégico adequado e uma pesquisa eficiente são essenciais para garantir que a tecnologia não se torne mais um erro relacionado à contabilidade.

10 – Não delegar

Como empresário, é difícil admitir que você não é o Super-Homem ou a Mulher-Maravilha e que há situações em que não obter ajuda profissional é um grande erro. Não há problema em reconhecer que a contabilidade talvez não seja sua especialidade.

Provavelmente, você abriu a empresa com uma boa ideia ou solução que não tem nada a ver com contabilidade — e é nisso que deve se concentrar. Há profissionais de contabilidade no mercado que podem cuidar do faturamento ou de outras funções contábeis para permitir que você se concentre no que faz melhor. Com o crescimento da empresa, em vez de fazer tudo por conta própria, chegará o momento em que você precisará delegar responsabilidades para outras pessoas, incluindo um profissional de contabilidade.

O lado financeiro da administração dos negócios pode levar ao crescimento ou à falência da sua empresa. Aprender quando contar com a ajuda de ferramentas ou profissionais em áreas nas quais se tem dificuldade pode ser um dos maiores desafios para empresários.

Fonte: Jornal Contábil | www.jornalcontabil.com.br
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DTTA deve ser entregue até 30 de Setembro

Via Boletim Contábil

A Declaração de Transferência de Titularidade de Ações – DTTAclaração é mais um obrigação fiscal acessória a ser cumprida pelas empresas, relacionada a exigência do imposto de renda sobre o ganho de capital com ações.

A exigência da DTTA alcança, principalmente, as sociedades anônimas de capital fechado.

De acordo com o artigo 5 da Lei 11.033/2004, na transferência de titularidade de ações negociadas fora de bolsa, sem intermediação, a entidade encarregada de seu registro deverá exigir o documento de arrecadação de receitas federais que comprove o pagamento do imposto de renda sobre o ganho de capital incidente na alienação ou declaração do alienante sobre a inexistência de imposto devido.

Quando a transferência for efetuada antes do vencimento do prazo para pagamento do imposto devido, a comprovação deverá ocorrer até 15 (quinze) dias após o vencimento do referido prazo, ao final do qual, caso não tenha sido realizada, a entidade deverá comunicar o fato à Receita Federal.

Para o cumprimento da obrigação acessória, de comunicar, foi criada a referida declaração, a qual tem por objetivo coletar os dados relativos as transferências de ações em que não foi possível obter a comprovação do pagamento do imposto de renda devido, nos casos em que houve a incidência de ganho de capital na alienação.

A declaração deverá ser entregue, pela entidade encarregada do registro de transferência de ações negociadas fora de bolsa, quando o alienante não apresentar o documento de arrecadação de receitas federais (DARF) que comprove o pagamento do imposto de renda sobre o ganho de capital incidente na alienação ou a declaração sobre a inexistência de imposto devido.

Prazo

A entrega ocorrerá em meio digital, mediante aplicativo disponibilizado na página da Receita Federal, na Internet, nos seguintes prazos:

1) até o último dia útil do mês de março, contendo as informações relativas ao segundo semestre do ano anterior; e

2) até o último dia útil do mês de setembro, contendo as informações relativas ao primeiro semestre do ano em curso.

Penalidade

A não apresentação da declaração ou sua apresentação, de forma inexata ou incompleta, sujeitará a entidade responsável pelo registro de transferência de ações à multa de 30% (trinta por cento) do valor do imposto devido.

Para maiores detalhes acesse o tópico DTTA – Declaração de Transferência de Titularidade de Ações, no Guia Tributário Online.

Fonte: Boletim Contábil | www.boletimcontabil.net
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Receita divulga comunicação sobre exclusão de empresas do Simples

Via Portal Contabil SC

A Receita Federal do Brasil enviou no último dia 16 comunicado sobre os procedimento de exclusão de ofício de pessoas jurídicas do Simples Nacional, motivados pela existência de débitos com exigibilidade não suspensa na RFB e na PGFN.

Veja na íntegra o documento.

Fonte: Portal Contabil SC | www.portalcontabilsc.com.br
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5 atitudes de um bom líder em um escritório contábil

Via Contadores.cnt.br

Assim como em qualquer empresa, os escritórios de contabilidade também podem encontrar dificuldades para formar uma equipe comprometida com o negócio. Mas você já parou para pensar que talvez o problema não esteja nos profissionais e, sim, na sua

Assim como em qualquer empresa, os escritórios de contabilidade também podem encontrar dificuldades paraformar uma equipe comprometida com o negócio. Mas você já parou para pensar que talvez o problema não esteja nos profissionais e, sim, na sua atuação à frente daquela equipe?

Afinal, é o gestor quem organiza a rotina, distribui funções, motiva o grupo e tem papel determinante para transformar o ambiente de trabalho em um lugar bom para se estar — ou, então, afugentar as pessoas. É isso que diferencia um bom líder de um mero chefe: ele está preocupado com o clima organizacional e, além de suas tarefas rotineiras, faz de tudo para formar e fortalecer vínculos com sua equipe.

Algumas pessoas já nascem com a característica natural da liderança, mas outras precisam trabalhar essa habilidade. A seguir, mostramos 5 atitudes que um bom líder costuma ter para alcançar o sucesso no trabalho.

Seja um empreendedor com visão

Você não precisa ser dono da empresa para desenvolver um espírito empreendedor: essa também é a característica imprescindível do gestor que está à frente de uma equipe. Isso porque a preocupação do verdadeiro líder vai além da rotina e das dificuldades do setor que coordena. Ele também está atento à direção para onde caminha a empresa e à realidade e aos desafios do mercado, usando isso a seu favor para entregar o melhor serviço ao cliente, inovar e superar a concorrência.

Não foque só no próprio setor que coordena ou na atividade que realiza. Isso o impede de realizar ações com foco na evolução concreta do negócio.

Seja parte da equipe

Por mais que esteja à frente de uma equipe, o líder não deve esquecer que também faz parte dela. Ele não está além, nem acima: está ali simplesmente, apenas com responsabilidades a mais. Por isso, não se coloque em uma posição superior, não intimide a equipe e não esteja sempre indisponível ou distante.

Em vez disso, jogue junto, integre o time, seja parceiro, faça com que todos trabalhem como em uma engrenagem e, se for preciso, coloque a mão na massa. Equipe motivada é equipe focada no trabalho e parceira do chefe.

Esteja atento ao perfil de cada um na equipe

Cada pessoa é única e tem habilidades peculiares que a fazem se destacar dos demais. O bom líder não apenas sabe identificar isso como ajuda o colaborador a desenvolvê-las, enquadrando-o nas funções mais adequadas para o seu perfil.

Assim, sempre divida as tarefas com organização e leve em consideração o perfil e a habilidade de cada colaborador.

Trabalhe a resiliência

Os problemas, dificuldades e contratempos sempre vão fazer parte da rotina profissional em qualquer ambiente. O que diferencia um líder de um simples chefe, porém, é a forma como lida com eles: ele encara a crise de frente, promove a união da equipe, pede ajuda, negocia de forma eficaz e supera o obstáculo de maneira natural e tranquila, sem perder a razão ou ser levado pelo estresse.

Saiba ouvir

A equipe sempre tem algo a dizer: dar uma sugestão que ajuda a melhorar a rotina, reclamar de algo que incomoda, elogiar uma atitude que deu certo. E é importante que o líder incentive e esteja aberto a isso, inspirando confiança e os deixando à vontade para expor seus pontos de vista.

Afinal, ninguém melhor que as pessoas que colocam a mão na massa para saber o que deve melhorar naquela rotina. Além disso, procure colocar em prática as boas sugestões que chegarem até você.

Mesmo precisando trabalhar essas habilidades em si, saiba que o líder, acima de tudo, é humano e igual a qualquer outro. Passe essa imagem à sua equipe. As pessoas não gostam de ser tratadas de forma mecânica ou como se fossem só mais um. Um bom líder deve inspirar o engajamento da equipe, criar confiança e desenvolver um time realmente comprometido.

Fonte: Contadores.cnt.br | www.contadores.cnt.br
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