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Intenção de consumo das famílias cresce 1,1% em novembro ante outubro, diz CNC

Via: DCI
Índice chegou a 87,6 pontos, puxado por melhora em perspectivas profissionais e de compras.
Os brasileiros ficaram mais propensos às compras em novembro, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) avançou 1,1% em relação a outubro, para 87,6 pontos.A melhora foi puxada pelo crescimento dos componentes Perspectivas de Consumo (+3,4%), Compras a Prazo (+1,2%), Perspectiva Profissional (+1,0%) e Nível de Consumo Atual (+2,5%).

Segundo a CNC, os consumidores podem estar mais propensos ao consumo devido às expectativas de melhora da renda com o recebimento do PIS/Pasep, pagamento do 13º salário, estabilidade de preços, recuperação da atividade econômica e compras para o Natal.

Em relação a novembro de 2017, o ICF aumentou 9,2%, com destaque para o salto de 23,9% das percepções quanto ao Nível de Consumo Atual e alta de 12,2% na Perspectiva de Consumo (+12,2%).

“Em relação a novembro de 2017, as famílias se mostram mais satisfeitas. Ano passado predominava o número das que achavam que o nível de consumo seria menor (58,3%), e agora observamos que esse porcentual caiu para 49,3%. Além disso, aumentou em 4,4 pontos percentuais o número de famílias (18,8%) que consideram que o nível de consumo vai crescer”, apontou o economista Antonio Everton, da Divisão Econômica da CNC, em nota oficial.

Apesar do avanço, o indicador permanece na zona de insatisfação. A última vez que o ICF ficou acima dos 100 pontos, nível considerado de satisfação, foi em abril de 2015, quando estava em 102,9 pontos.

“São 42 meses abaixo desta linha, o que demonstra que ainda perdura uma insatisfação das famílias em geral com relação ao padrão de gastos”, completou Everton.

Fonte: DCI |www.dci.com.br

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Ações da Black Friday começaram mais cedo

Via: DCI
Prevendo o potencial de vendas na data, o número de marcas que anteciparam as campanhas entre 2017 e 2018 saltou 90%, com destaque para as de moda e perfumaria.
Dentro de mais um ano difícil para o varejo, os lojistas brasileiros apostam alto na Black Friday, que acontece esta semana. Segundo um estudo da Stilingue, feito a pedido do DCI, o número de marcas que começaram as campanhas mais cedo saltou 90% e as redes sociais foram o caminho para fisgar os consumidores.

Os dados do estudo revelam ainda que os segmentos de moda e perfumariam foram os que apresentaram maior incremento na interação virtual para preparar o consumidor das promoções que estava por vir. “Moda e acessórios concentra o maior volume de menções, especialmente com vestidos de festa, blusas, shorts, moda praia, e vestidos”, dizia o relatório da empresa de inteligência artificial.

Para o especialista em varejo e professor de comportamento do consumidor Leonardo Casagrande, a Black Friday ocupou um lugar importante no varejo porque mexe com a percepção sobre a compra por impulso. “Quando antes se inicia o assunto lack Friday, antes o consumidor começa a ficar ansioso pelos descontos agressivos, é com isso que a data cria esse clima de ‘o gerente ficou maluco’”, brinca.

O estudo da Stilingue vai exatamente nessa direção. Segundo os dados, são três os fatores que motivam o consumidor nesse período de promoções: preço, desejo de compra e cor. Na ordem de importância, o preço é o fator mais levado em conta pelos internautas, com mais de 70% das citações usando o custo como fator determinante. O desejo figura em segundo lugar, com 7% das menções. A cor tem em torno de 5%. “O preço é uma preocupação geral e se reflete na busca por descontos, o desejo é a expressão de querer comprar, enquanto a cor se refere à escolha entre preto, branco, rosa, em smartphones ou em produtos de beleza”, detalham os pesquisadores.

O cliente quer te ouvir

Outro aspecto que só a internet pode garantir na relação entre marcas e consumidores é a proximidade. Segundo a consultoria, apesar de reclamar por não ter dinheiro, os consumidores brasileiros seguem bem humorados. “Isso abre espaço para que marcas conversem”. Nesse sentido, os consumidores pedem cada vez mais informações indicações e procuraram resenha dos produtos antes de formalizar a compra. “Muitos já entenderam que a conversa pela internet é mais rápida que na loja e é lá que podem conseguir o desejado desconto”.

O Instagram, como mídia visual, é seu canal para ver os looks, selfies com produtos de beleza, perguntar para o influencer é #publi ou não (publicidade). Já o Youtube é aonde o usuário pesquisa para entender as características dos produtos e serviços, investigar por meio de especificações mais técnicas. No Twitter, encontramos diversas conversas e recomendações.

 

Fonte: DCI |www.dci.com.br

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Amazon escolhe Nova York e Virgínia do Norte para segunda sede, diz fonte

Via: DCI
Expectativa gerou disputa frenética entre localidades em toda a América do Norte.
A Amazon anunciará nesta terça-feira que selecionou Nova York e Virgínia do Norte para sua segunda sede, disse uma fonte à Reuters, encerrando uma competição de mais de um ano que gerou uma disputa frenética entre localidades em toda a América do Norte.
O plano da Amazon de dividir sua segunda sede, batizada de “HQ2”, entre duas cidades, impulsionará sua presença em torno de Nova York e da capital norte-americana, à medida que busca obter vantagem sobre as empresas de tecnologia do Vale do Silício.

A fonte, que está familiarizada com o assunto, disse à Reuters que a Amazon também anunciará nesta terça-feira um investimento significativo em outra cidade.

A empresa havia dito originalmente, em setembro de 2017, que investiria mais de 5 bilhões de dólares e contrataria 50 mil funcionários para a segunda sede, até então planejada para estar em apenas uma cidade.

A gigante do varejo online recebeu mais de 200 propostas de cidades e Estados prometendo bilhões de dólares em isenções fiscais e outros incentivos em troca de hospedar o “HQ2”. As propostas apresentadas também incluíram informações sobre infraestrutura, mão-de-obra e outros dados que poderiam ser úteis de outras maneiras para a empresa.

Entre os finalistas com os quais a Amazon mantinha conversas avançadas estavam Dallas, Long Island City, em Nova York, e Arlington, perto de Washington, DC, a Reuters noticiou anteriormente, citando fontes.

O New York Times informou na semana passada que a Amazon estava finalizando os planos para selecionar a cidade de Long Island, Nova York e a área de Crystal City, em Arlington, Virgínia. O Wall Street Journal disse na segunda-feira que a Amazon havia tomado a decisão.

A Amazon não respondeu a um pedido da Reuters para comentar.

Fonte: DCI |www.dci.com.br

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Perda da carteira assinada reduz sindicalização ao menor nível da série do IBGE

Via: DCI

Taxa de sindicalização caiu de 14,9% em 2016 para 14,4% em 2017.
A redução no número de postos de trabalho com carteira assinada fez a filiação a sindicatos atingir no ano passado o patamar mais baixo da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa de sindicalização caiu de 14,9% em 2016 para 14,4% em 2017. O País tinha 13,1 milhões dos trabalhadores ocupados filiados a algum sindicato no ano passado, uma redução de 3,2% no contingente de associados em relação ao ano anterior. Em 2012, o porcentual de sindicalizados na população ocupada alcançava 16,2%.

“A perda da carteira assinada que a gente teve nos últimos anos contribuiu muito para essa redução no número de sindicalizados”, disse Adriana Beringuy, analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE.

Desde o pico do trabalho formal, alcançado no primeiro trimestre de 2014, até o fim de 2017, houve uma perda de aproximadamente quatro milhões de vagas com carteira assinada.

No ano passado, a região Norte teve a taxa mais baixa de associação a sindicato, 12,6%, enquanto a do Sul foi a mais alta, 16,2%. No total do País, a sindicalização foi maior entre os empregados do setor público, onde 27,3% dos 11,34 milhões de trabalhadores eram filiados a algum sindicato. Entre os 33,2 milhões de empregados no setor privado com carteira assinada, 19,2% eram associados a sindicato.

Entre os trabalhadores que atuavam por conta própria, a sindicalização alcançava apenas 8,6% em 2017. As taxas de sindicalização mais baixas ocorreram entre trabalhadores domésticos, 3,1%, e empregados do setor privado sem carteira de trabalho assinada, 5,1%.

“Mesmo que no fim de 2017 a população ocupada tenha recuperado um pouquinho, não foi suficiente para reverter a tendência (de redução na sindicalização). Porque a população ocupada aumentou através do trabalho por conta própria e sem carteira assinada (no setor privado), que têm menores taxas de sindicalização”, completou Adriana.

Entre os grupamentos de atividade, a Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais tinha a maior taxa de sindicalização no ano passado, 23,6%. A menor foi a dos Serviços Domésticos, 3,1%.

Em 2017, na população ocupada e sindicalizada, 22,3% eram trabalhadores sem instrução e ou não tinham concluído o ensino fundamental, enquanto 31,3% tinham terminado o ensino superior.

Fonte: DCI |www.dci.com.br

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Previsão de superávit comercial em 2018 sobe a US$ 56,41 bi no Focus do BC

Via: DCI

Para 2019, a expectativa permaneceu em US$ 70,00 bilhões, ante os US$ 76,00 bilhões de um mês antes

Os economistas do mercado financeiro alteraram a projeção para a balança comercial em 2018 na pesquisa Focus realizada pelo Banco Central. A estimativa de superávit comercial passou de US$ 56,06 bilhões para US$ 56,41 bilhões. Um mês atrás, a previsão estava em US$ 55,00 bilhões. Para 2019, a estimativa de superávit foi de US$ 48,20 bilhões para US$ 49,00 bilhões ante US$ 46,36 bilhões de um mês antes.

Na estimativa mais recente do BC, atualizada no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de setembro, o saldo positivo de 2018 ficará em US$ 55,3 bilhões. Para 2019, a projeção é de US$ 41,6 bilhões.

No caso da conta corrente, a previsão contida no Focus para 2018 foi de déficit de US$ 16,95 bilhões para rombo de US$ 16,90 bilhões, ante o déficit de US$ 18,00 bilhões projetado um mês antes. Para 2019, a projeção de rombo seguiu em US$ 30,00 bilhões. Um mês atrás, o rombo projetado era de US$ 31,35 bilhões.

O BC projeta déficit em conta de US$ 14,3 bilhões em 2018 e de US$ 34,1 bilhões em 2019.

Para os analistas consultados semanalmente pelo BC, o ingresso de Investimento Direto no País (IDP) será mais do que suficiente para cobrir o resultado deficitário, tanto em 2018 quanto em 2019. A mediana das previsões para o IDP em 2018 seguiu em US$ 67,00 bilhões, ante US$ 67,50 bilhões de um mês atrás.

Para 2019, a expectativa permaneceu em US$ 70,00 bilhões, ante os US$ 76,00 bilhões de um mês antes.

O BC projeta IDP de US$ 72,0 bilhões em 2018 e de US$ 80,0 bilhões em 2019.

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Menos de 20% dos brasileiros poupam para a aposentadoria

Via: Diário do Comércio

A caderneta de poupança é a líder entre os principais investimentos buscados pelos que reservam algum dinheiro para o futuro.

Levantamento feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) constatou que, no mês de agosto, apenas 19% dos brasileiros que têm reserva financeira separaram parte da renda pensando na aposentadoria.

Segundo os autores da pesquisa, apesar de o número ter crescido em relação ao de janeiro deste ano (9%), para 45% dos entrevistados a principal preocupação ainda é destinar a poupança a possíveis imprevistos.
De acordo com o levantamento, 28% dos consumidores destinam a reserva à garantia de um futuro melhor para a família e 25% para o caso de ficarem desempregados. O valor médio poupado no mês de agosto foi R$ 354.

O estudo mostra que a caderneta é a líder entre os principais investimentos buscados pelos que reservam algum dinheiro para o futuro.

A caderneta de poupança é o investimento preferido por 59% dos entrevistados. Já 18% afirmam guardar o dinheiro em casa; 18% na conta corrente; 10% aplicam em fundos de investimento e 10% em previdência privada.

Também foram citados o Tesouro Direto (7%), o Certificado de Depósito Bancário (CDB), com 5%, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI), com 3%, e a Bolsa de Valores, com 2%.

Questionados sobre o quanto conhecem as modalidades de investimento, a poupança é a mais citada (89%), seguida pelos títulos de capitalização (53%).

A previdência privada também surge como destaque, citada por metade dos entrevistados. O estudo mostra ainda que 28% dos brasileiros desconhecem formas de investimentos e permanecem mantendo o dinheiro em casa ou na conta do banco.

DIFICULDADES

O SPC Brasil avaliou também como os brasileiros pouparam em agosto e, de acordo com o estudo, apenas 16% dos entrevistados fizeram algum tipo de reserva financeira.

Nas classes C e D, o percentual cai para 11% e, nas classes A e B, sobe para 37%.

Entre as justificativas para a dificuldade de poupar, 45% citaram a renda insuficiente, 15%, os imprevistos e o desemprego e 12%, o descontrole com os gastos.

De acordo com o levantamento, por causa do alto índice de desemprego e da queda do poder de compra, quatro em cada 10 pessoas que têm reserva financeira tiveram de sacar pelo menos parte dos recursos em setembro para gastos com imprevistos e dívidas, ou para complementar a renda.

Para o SPC Brasil, com a questão de previdência em destaque no debate político e econômico, os números do levantamento revelam que a preocupação com a aposentadoria começa a ter a atenção do poupador brasileiro, mas a principal motivação para a formação da reserva ainda são os imprevistos.

O levantamento abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém.

Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e a margem de confiança, de 95%.

Fonte: Diário do Comércio | www.dcomercio.com.br

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Juro do rotativo do cartão vai a 278,7% ao ano

Via: Diário do Comércio

O juro médio total cobrado no rotativo do cartão de crédito subiu 4,7 pontos percentuais de agosto para setembro, informou nesta sexta-feira (26/10), o Banco Central. Com isso, a taxa passou de 274,0% para 278,7% ao ano.

O juro do rotativo é uma das taxas mais elevadas entre as avaliadas pelo BC. Dentro desta rubrica, a taxa da modalidade rotativo regular passou de 250,3% para 259,9% ao ano de agosto para setembro. Neste caso, são consideradas as operações com cartão rotativo em que houve o pagamento mínimo da fatura.

Já a taxa de juros da modalidade rotativo não regular passou de 291,3% para 292,2% ao ano. O rotativo não regular inclui as operações nas quais o pagamento mínimo da fatura não foi realizado.

No caso do parcelado, ainda dentro de cartão de crédito, o juro passou de 166,7% para 164,5% ao ano.

LEIA MAISO Nobel de Economia e o rotativo do cartão de crédito

Considerando o juro total do cartão de crédito, que leva em conta operações do rotativo e do parcelado, a taxa passou de 60,6% para 63,0% de agosto para setembro.

Em abril de 2017, começou a valer a nova regra que obriga os bancos a transferir, após um mês, a dívida do rotativo do cartão de crédito para o parcelado, a juros mais baixos.

A intenção do governo com a nova regra era permitir que a taxa de juros para o rotativo do cartão de crédito recuasse, já que o risco de inadimplência, em tese, cai com a migração para o parcelado.

Fonte: Diário do Comércio | www.dcomercio.com.br

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Ibovespa fecha em forte queda pressionado por declínio em Wall Street

Via: Diário Comércio Indústria e Serviços

Índice caiu 2,62%, a 83.063,56 pontosO Ibovespa fechou em queda e na mínima em quase duas semanas nesta quarta-feira, minado pelo forte recuo das bolsas nos Estados Unidos, em sessão marcada pelo começo da temporada de resultados no país com Fibria e WEG e ausência de novidades relevantes no cenário eleitoral.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 2,62 por cento, a 83.063,56 pontos, menor patamar desde 11 de outubro. O volume financeiro do pregão somou 13,6 bilhões de reais

Nos Estados Unidos, o S&P 500 encerrou em baixa de 3 por cento, engatando o sexto pregão seguido no vermelho, com previsões fracas de fabricantes de chips aumentando as preocupações sobre o impacto nos resultados das companhias da adoção de tarifas e da desaceleração econômica na China.

As perdas se acentuaram após o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) afirmar em seu Livro Bege, relatório sobre a economia norte-americana, que as fábricas elevaram os preços em razão das tarifas, mas que a inflação parecia modesta ou moderada na maior parte do país.

Dados fracos sobre moradias nos EUA também pesaram.

“A direção do mercado doméstico foi determinada por Nova York, onde o noticiário econômico-corporativo desfavorável combinado com o susto acerca de pacotes enviados a ex-presidentes dos EUA abriram espaço para nova realização lucros”, disse o gestor Marco Tulli, da mesa de Bovespa da Coinvalores.

“No começo do mês, o S&P 500 renovou máxima histórica. Não fica difícil encontrar motivos para embolsar lucros. E a bolsa no Brasil, como na maioria das vezes, acompanhou”, acrescentou.

No cenário eleitoral doméstico, o gestor Frederico Mesnik, sócio-fundador da Trígono Capital, observa que não há nada de novo para mudar no curto prazo, com uma provável vitória do candidato Jair Bolsonaro já bastante precificada no mercado.

O candidato do PSL vem liderando pesquisas sobre o segundo turno da corrida presidencial contra Fernando Haddad, do PT, que terá seu desfecho no domingo. Assim, agentes financeiros vêm monitorando notícias sobre a potencial equipe e planos, principalmente no âmbito econômico, da nova administração.

Profissionais da área de renda variável também citaram movimento de investidores locais se posicionando em contratos futuros do Ibovespa, de olho no resultado do próximo dia 28.

 

DESTAQUES

– VALE caiu 4,09 por cento, seguindo o movimento de outras mineradoras no exterior, antes da divulgação do balanço do terceiro trimestre, ainda nesta quarta-feira. A expectativa entre analistas é de desempenho forte após dados recordes de produção e venda de minério de ferro no período.

 

– ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 2,6 por cento, contaminado pelo viés mais negativo vindo do exterior, que enfraqueceu bancos de modo geral, com o índice do setor financeiro recuando 2,31 por cento.

 

– AMBEV recuou 4,45 por cento, em meio a expectativas negativas para o balanço da fabricante de bebidas. A rival Heineken disse que aumentou as vendas de cerveja em todas as quatro regiões do mundo no terceiro trimestre, com Brasil entre os destaques.

 

– COSAN despencou 9,95 por cento, após anunciar que, em conjunto com a Cosan Logística, avaliará a viabilidade de incorporação da mesma, com ambas buscando otimizar a estrutura societária do grupo e reduzir custos operacionais. COSAN LOG, que não está no Ibovespa, subiu 8,35 por cento.

 

– PETROBRAS PN recuou 1,98 por cento, sucumbindo ao viés de baixa na bolsa como um todo. Mais cedo no pregão, subiu até 3 por cento. A petrolífera de controle estatal anunciou início da produção de petróleo e gás natural na área de Lula Extremo Sul, no pré-sal da Bacia de Santos, por meio da plataforma P-69.

 

– FIBRIA subiu 1,12 por cento, após Ebitda recorde no terceiro trimestre. Em teleconferência sobre o resultado, a empresa disse que o mercado global de celulose deve continuar apertado nos próximos meses. A Fibria está em processo de ser incorporada pela Suzano, que avançou 2,46 por cento.

– WEG encerrou em alta de 0,78 por cento, em sessão sem viés claro, com resultado trimestral mostrando crescimento de mais de 20 por cento no Ebitda e de mais de 30 por cento na receita, mas queda na margem bruta, o que já era esperado, conforme analistas do Itaú BBA, que consideraram o balanço neutro.

Fonte: DCI| www.dci.com.br

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Intenção de consumo volta a cair em outubro

Via:  Diário do comércio

Conjuntura de lenta recuperação do mercado de trabalho, elevado endividamento, alta do dólar, reajuste de tarifas explicam o resultado de levantamento da CNC

Depois de dois meses de alta, a intenção de consumo das famílias voltou a cair em outubro. O Índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) registrou queda de 0,3% e está no mesmo nível de junho.

Na avaliação da Confederação Nacional do Comércio (CNC), responsável pelo acompanhamento, 2018 se caracteriza pela volatilidade do consumo, decorrente da conjuntura de lenta recuperação do mercado de trabalho, elevado endividamento, alta do dólar, reajuste de tarifas.

Na comparação com outubro de 2017, o ICF ainda registra alta de 11,3%. Para a CNC, esse resultado indica que a distribuição de recursos dentro do orçamento pode estar melhor do que no ano passado, apesar da insatisfação.

Mesmo assim, a comparação das expectativas dos consumidores ano contra ano, ou seja, com menor impacto da sazonalidade, também piorou. Em setembro, a intenção de consumo em relação ao mesmo mês do ano anterior era de 13,2%.

Com o resultado, ICF completa 42 meses abaixo dos 100 pontos, nível de corte para o indicador ser considerado favorável ou desfavorável.

Segundo a CNC, entre os subíndices que compõem a ICF, o de Momento para Duráveis foi o que mais retrocedeu em relação ao mês anterior (-3,3%), seguido pelo de Perspectiva de Consumo (-1,2%), Compra a Prazo (-0,3%) e Perspectiva Profissional (-0,1%). Três indicadores ficaram praticamente estáveis: Renda Atual (+0,1%), Nível de Consumo Atual (+0,3%) e Emprego Atual (+0,1%).

Conforme o economista da CNC Antonio Everton, a análise mostra que a elevação do subíndice Renda Atual pode ter sido influenciada pelo impacto da liberação dos recursos do PIS/Pasep.

“Também pode-se considerar que a renda tenha crescido em virtude de ganhos adicionais decorrentes de trabalhos extras, como meios para aumentar o orçamento”, observa Antonio Everton.

Fonte: Diário do comércio |dcomercio.com.br

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Receita esclarece instruções para emissão de Darf Avulso

Via: Fenacon

Caso de não fechamento completo da folha no eSocial ou dificuldades no Reinf

Instruções para emissão de DARF Avulso no caso de não fechamento completo da folha no e-Social ou de dificuldades com o fechamento do Reinf

A Receita Federal informa que, no período de apuração de setembro de 2018, as empresas que por questões técnicas não concluírem o fechamento da folha de pagamento no eSocial ou tiverem dificuldades no recebimento do retorno do processamento do fechamento do Reinf poderão recolher as contribuições previdenciárias não incluídas na DCTFWeb, elencadas no art. 6º da IN 1787 de 7 de fevereiro de 2018, mediante emissão de DARF avulso através do sistema SicalcWeb.

As contribuições previdenciárias declaradas na DCTFWeb devem ser recolhidas por meio do DARF numerado emitido pela própria DCTFWeb.

Recomenda-se que, antes da emissão do DARF Avulso, o contribuinte que não conseguiu enviar o fechamento de sua folha de pagamento, utilize o evento S-1295 – Totalização para Pagamento em Contingência. Esta totalização permite a geração da DCTFWeb e do DARF numerado com os valores das contribuições calculadas até o aceite deste evento. Assim, apenas as contribuições não incluídas nesta totalização para pagamento em contingência devem ser recolhidas por meio do DARF Avulso.

Clique aqui para acessar o SicalcWeb.

Instruções para preenchimento do DARF Avulso:
1. O contribuinte deverá calcular a parcela da contribuição não declarada para emissão do DARF avulso;
2. Deve ser informado o CNPJ da matriz da empresa;
3. Deverá ser utilizado o código de receita 9410;
4. O campo “Período de Apuração” deverá ser preenchido com o primeiro dia do mês de apuração, ou seja, 01/08/2018;
5. O campo “Número de Referência” não deverá ser preenchido;
6. O campo “Data de Vencimento” deverá ser preenchido com 20/09/2018. Se for feriado no município ou no Estado, a data de vencimento do DARF é antecipada para o dia útil imediatamente anterior.
7. O contribuinte deverá calcular o valor da multa e dos juros, caso o pagamento seja feito após o vencimento.

Para mais informações sobre pagamento em atraso acesse: http://idg.receita.fazenda.gov.br/orientacao/tributaria/pagamentos-e-parcelamentos/pagamento-em-atraso

Instruções para pagamento do Darf nos bancos arrecadadores:
1. O contribuinte deverá utilizar o código de barras para pagamento; seja por leitura ótica; seja pela digitação da transcrição numérica do código de barras;
2. Os bancos arrecadadores não aceitarão o pagamento do Darf, caso o contribuinte tente digitar os dados do Darf (Período de apuração; Número do CPF ou CNPJ; Código de Receita; etc.) em substituição ao código de barras;
3. Cada banco arrecadador tem uma opção própria em seus sistemas, que permite o pagamento de Darf com a utilização do código de barras;
4. Caso encontre dificuldade para pagamento, o contribuinte deverá solicitar informações específicas de seu banco, sobre como realizar o pagamento de Darf-Numerado com a utilização do código de barras.

Em nenhuma hipótese poderá ser utilizada a GPS – Guia da Previdência Social para o pagamento de contribuições sociais que deveriam estar incluídas no eSocial e/ou EFD-Reinf.

Depois do fechamento da folha no eSocial, o contribuinte deverá acionar novamente o programa gerador da DCTFWeb, retificar a declaração para complementação da confissão da dívida e adotar os procedimentos de ajuste do Darf Avulso ao Darf numerado por meio do sistema Sistad, a ser disponibilizado brevemente no Centro Virtual de Atendimento da Secretaria da Receita Federal do Brasil (e-CAC).

É importante observar que caso o Darf não seja preenchido em conformidade com as instruções fornecidas, o documento não poderá ser recuperado para ajustes.

Adicionalmente reforça-se a necessidade da correta prestação de informações no eSocial e de emissão do Darf pela DCTFWeb. Os débitos confessados na DCTFWeb sensibilizarão o sistema de emissão da Certidão Negativa de Débitos (CND). Assim, no caso de recolhimento das contribuições por meio Darf Avulso o contribuinte deverá efetuar os devidos ajustes no sistema Sistad. Se esse sistema ainda não estiver disponível, o contribuinte poderá dirigir-se a uma unidade de atendimento da Receita Federal para solicitar os ajustes.

Fonte: Fenacon | www.fenacon.org.br

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